Mulher marca encontro pelo Facebook e é estuprada; teme estar grávida do agressor

Uma mulher acredita que foi estuprada em um quarto de motel após marcar encontro com um homem por meio das redes sociais. A vítima, agora, teme estar grávida do agressor. O caso, apurado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), ocorreu em 28 de agosto, mas foi denunciado pela vítima apenas nessa quarta-feira (06/10). As informações são do Metrópoles.

A mulher, de 39 anos, contou à polícia que, há cinco meses, começou a trocar mensagens com o suspeito por meio do chat no Facebook. Ela resolveu marcar um encontro com o homem, identificado apenas como João, em um bar hookah, em Taguatinga Sul. O casal permaneceu no estabelecimento, aproximadamente, até as 23h, quando a vítima começou a passar mal com a fumaça dos narguilês.

O suspeito, então, disse que levaria a mulher para um lugar mais tranquilo e seguiram para um motel. A vítima confirmou que planejava manter relações sexuais com o suspeito de forma consentida, mas o celular do homem tocou e era a esposa dele. O suspeito havia mentido ser solteiro.

Estupro

Ao descobrir que o homem era casado, a mulher se recusou a manter relações sexuais, pegou sua bolsa e correu em direção a porta. O suspeito a segurou pelos braços e, à força, jogou-a na cama e tampou sua boca. A mulher contou aos policiais que, após àquele momento, desmaiou e não se recorda mais o que ocorreu.

A mulher diz ter acordado horas depois, no motel, usando apenas calcinha. O homem acabou deixando a mulher na rua, próximo à casa dela. A vítima contou acreditar que foi estuprada quando estava inconsciente, pois sentiu dores na região pélvica e na vagina. Já na segunda-feira (5/10), a mulher procurou um ginecologista, com suspeita de gravidez. O resultado do exame não havia sido anexado à ocorrência até a última atualização desta reportagem.

Logo após sair da consulta médica, a vítima entrou eu contato com o agressor afirmando que iria denunciá-lo por estupro. Em resposta, a mulher foi ameaçada pelo suspeito. O caso segue em apuração na PCDF.

Be the first to comment

Seja o primeiro a comentar